‘Freaks and Geeks’ (1999-2000)

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Imagem: Isadora M. (Capitolina)

Quem leu o post em que eu cito meus Favoritos do mês de Julho sabe que Freaks and Geeks figurou entre os meus amorzinhos das férias. Foi difícil explicar o quanto essa série é incrível em apenas um tópico, então resolvi trazer uma resenha completa para te convencer de uma vez por todas que ela não é uma série qualquer. Freaks and Geeks é praticamente obrigatória.

Eu nunca fui muito fã de filmes estilo colegial, com líderes de torcidas, caras do futebol, nerds e essa coisa toda. Parecia tudo muito superficial e distante de mim: os filmes usavam esses esteriótipos para retratar, sem nenhuma sensibilidade e coerência, o universo adolescente. Claro, às vezes era legal sonhar com essa realidade quando se assistia esse tipo de filme, mas eu não me sentir representada neles. Quando se é adolescente é muito importante pertencer a algum grupo tanto quanto achar o seu próprio “eu” no mundo. E esses filmes estereotipados não ajudavam em nada.

Quando Freaks and Geeks apareceu no universo das séries americanas eu ainda era uma criança. Só agora, já há algum tempo longe do colégio, é que tive contato com a série e fico pensando em como deve ter sido incrível para tantos jovens assistir TV e finalmente se ver lá. Se os filmes do John Hughes mostraram as aspirações e sonhos do adolescente dos anos 80 de forma até um pouco fantasiosa, é Freaks and Geeks quem toma a iniciativa de retratar, sem pesar a mão, mas também sem floreios, o jovem não só dos anos 80, mas dos anos 90, 2000 e enquanto adolescentes forem adolescentes.

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Imagem: Planet Claire

Ela foi criada e dirigida por Paul Feig (The Office, Parks and Recreation) e Judd Apatow (Ligeiramente Grávidos, O Virgem de 40 Anos), que hoje em dia são mais que conhecidos por inúmeras comédias, tanto séries quanto filmes, que você provavelmente já viu ou ouviu falar. A série tem apenas uma temporada com 18 episódios, 40 minutos cada, que você não sabe se assiste de tanta ansiedade ou economiza para não acabar logo. É unânime: não tem como não ficar triste com o fim precoce de Freaks and Geeks. E eu já explico por que.

Ambientada nos anos 80, mais exatamente em 1983, Freaks and Geeks começa com seus personagens principais passando por mudanças bastante comuns no mundo adolescente. Lindsay Weir, que até o ano passado era uma matleta (atleta da matemática) certinha, resolve vestir a parca militar do seu pai e entrar para o grupo dos Freaks, como são conhecidos os delinquentes do seu colégio. São eles são Daniel, o líder considerado pelos adultos um caso perdido; Kim, a namorada de Daniel que vem de uma família que não liga a mínima para ela; Nick, que passa metade do seu tempo drogado e quer ser um baterista famoso; e Ken, durão e palhaço, outro caso perdido. Mesmo desconfiados com a presença de Lindsay no começo, aos poucos os personagens vão se entendendo e criando uma amizade forte, mas também autodestrutiva.

Já Sam Weir, irmão mais novo de Lindsay, acabou de chegar ao quinto ano e pertence aos Geeks, os nerds do colégio amantes de Star Wars e Bill Murray. O grupo é formado inicialmente por Bill, desengonçado e doce; e Neal, que jura ser muito descolado. O trio vai, durante a série, fazer amigos, lidar com bullies, professores de educação física e com a obsessão de Sam por Cindy Sanders.

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Imagem: Planet Claire

Sim, a história é bem simples, mas é impossível não se identificar pelo menos uma vez ao longo da história. Todos os assuntos imaginados sobre o universo adolescente (ok, não todos, mas os mais importantes) foram mencionados aqui. A diferença é que em Freaks and Geeks os roteiristas não deixam esses assuntos na superfície como a maioria dos filmes estereotipados. Melhor que isso: ao invés de dar uma lição de moral direta e sem graça do tipo “não use drogas”, eles mostram como os personagens lidam e como resolveriam esses problemas como adolescentes. As soluções não parecem vir da mente de uma pessoa adulta que vê a situação sem se identificar, mas sim de um jovem que totalmente compreenderia o que os personagens passam. Esse é o trunfo da série.

Os sentimentos e as ações são muito próximos do público: Lindsay ajuda Daniel a colar na prova; Sam não gosta de educação física; Bill sofre com brincadeiras sem graça dos valentões da escola; o pai de Nick acha que ser baterista é o mesmo que ser um vagabundo; Kim numa hora briga com Daniel e em outra volta a se agarrar com ele; Neal descobre que seu lar perfeito não existe já que seu pai tem uma amante; Ken se apaixona por uma garota da banda do colégio, mas tem vergonha que os outros saibam. Quem nunca passou por situações como essas? Quem nunca pensou, enquanto era adolescente, que seus problemas eram tão grandes que qualquer coisa parecia o fim do mundo? Esses personagens estão aprendendo a lidar justamente com isso, com seu mundinho particular. E é fascinante de assistir.

O roteiro traz todos esses conflitos e inúmeros outros de forma muito leve e divertida. Ele é sensacional. Claro que alguns episódios são melhores que outros, mas no geral todos eles são muito bem desenvolvidos. As personagens são esféricas, você pode ver suas personalidades bem evidentes e complexas em contraponto aos roteiros planos dos filmes adolescentes que eu mencionei no começo do post.

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Imagem: Daily Motion

Outro ponto alto são as críticas ao comportamento, principalmente, dos adultos. Ao entrar em contato com esses jovens eles se questionam sobre suas próprias atitudes e aprendem, junto com eles, a lidar com essa fase. Os pais de Lindsay, o orientador da escola, o professor de matemática, todos eles parecem flutuar sobre esse universo adolescente sem entendê-lo, mas também algumas vezes sem querer que isso aconteça. Por exemplo, o episódio em que Daniel está para ser reprovado em matemática: o professor, ao invés de dar ainda mais atenção a alunos que tem dificuldade, alega que Daniel é imprestável, que não quer aprender, que nunca vai ser alguém na vida. Queria que todos os pais e professores de adolescentes pudessem assistir Freaks and Geeks.

A abertura é uma diversão a parte com os personagens aparecendo um a um para tirar a foto do anuário escolar ao som de “Bad Reputation” de Joan Jett and The Blackhearts. Algumas participações especiais pipocam ao longo da temporada como as de Jason Schwartzman, Ben Stiller e Shia LeBoeuf. Em apenas uma temporada a série alavancou a carreira do trio Freak (James Franco, Seth Rogen e Jason Segel), por exemplo, que atualmente é muito conhecido no universo da comédia hollywoodiana. Mas o mérito não fica só com eles, todo o elenco faz um trabalho excelente, nos faz torcer e nos encantar pelos personagens, esperar pelo próximo episódio e não querer largá-los nunca mais.

Uma vez encontrei por aí o comentário de um cara sobre Freaks and Geeks que dizia: “Eu queria nunca ter assistido só para poder assistir de novo”. É exatamente assim que eu me senti quando terminei o 18º episódio: queria poder assistir tudo de novo com esse sentimento de primeiro encanto. Não lembro exatamente onde ouvi falar sobre a série, mas fico muito feliz de tê-la descoberto. Mesmo com toda a revolta que fica quando a única temporada chega ao fim. Um texto muito inteligente, personagens extremamente cativantes e uma comédia na medida certa. Isso é Freaks and Geeks. Uma pérola do universo adolescente.

Crystal Ribeiro

* Assista agora!

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Imagem: Enciclopédia de Cromos

Favoritos #3: Julho

Se nas últimas férias o meu foco definitivo foram os filmes, nestas não dá para negar que as séries dominaram. Nunca tive muita paciência para acompanhar séries de qualquer tipo, prefiro histórias fechadas, mas resolvi variar e dediquei meu tempo à assistir aquelas séries que chamaram minha atenção seja pelo tema, pelos comentários positivos ou pelos prêmios que receberam. Consequentemente, eu não poderia deixar de citar algumas aqui nos Favoritos do Mês. Mas não tem só séries na lista, não. Vem conferir!

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  • Batom Vult

Eu achei que o inverno pedia um tom um pouco mais sóbrio. Até falei no último Favoritos que estava à procura de um batom assim. Minha escolha foi o número 40 da Vult, definitivamente minha marca queridinha quando o assunto são batons. Esse rosa com um fundo meio azulado, meio lilás, vai bem em qualquer ocasião, a qualquer hora. Virou o meu nude. Gosto muito dos batons da Vult, eles duram muito nos lábios (minhas amigas sempre ficam loucas porque os meus batons sempre duram mais que o delas), a variedade de cores é enorme e o preço é excelente. Recomendo!

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  • Óleo de coco extra virgem

Mesmo que o preço tenha sido um pouquinho salgado (o vidro com 500 ml custou R$ 35,00, mas o preço varia entre as marcas) valeu muito a pena finalmente testar o óleo de coco. Eu gostei muito de usá-lo para fazer umectação no cabelo. Mesmo que o azeite de oliva dê um efeito parecido, o cheiro não se compara. Deixei no cabelo durante a noite e enxaguei no dia seguinte. Os fios ficam muito brilhosos e macios. Ele hidrata maravilhosamente a pele, principalmente as áreas mais ressecadas como mãos, pés, cotovelos e joelhos. Não esquecendo que dá para cozinhar também. A gordura do óleo de coco é muito mais saudável que a do óleo de soja e dá para fritar a comida numa boa. Não vivo mais sem!

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Imagem: filmlinc.com
  • Freaks and Geeks (1999 -2000)

Ainda não consegui superar o fim precoce de Freaks and Geeks. Não entendo ainda como puderam cancelar uma série tão representativa como essa. Em apenas uma temporada de 18 episódios, Freaks and Geeks conseguiu traduzir todo o estresse, a insegurança, as delícias e desafios de ser adolescente. É inacreditável. Nem todos os filmes adolescentes que eu vi durante toda a minha vida juntos conseguiram ir tão fundo e representar tão bem essa fase da vida.

Em Freaks and Geeks nós acompanhamos o dia a dia dos irmãos Weir, Lindsay e Sam, vivendo uma típica vida de subúrbio americano. Lindsay era uma matleta certinha que decidiu vestir a parca militar do seu pai e se tornar amiga dos Freaks, como são conhecidos os delinquentes do seu colégio. Já Sam faz parte dos Geeks, apaixonados por Star Wars e Bill Murray, que acabaram de chegar à 6ª série e vão ter que lidar com a zoação dos garotos mais velhos e a paixão de Sam pela garota mais bonita da sala.

Freaks and Geeks é muito empolgante! É um sentimento duplo porque ao mesmo tempo em que você vai se apaixonando pelos personagens, você vai economizando episódios para adiar a dor que é terminar de assistir. Mas não se intimide, ela é uma série que deveria ser vista. Vale pelo humor certeiro sem ser escrachado, pela personalidade tridimensional dos personagens e pela crítica e retratação tão afiada do mundo adolescente. Virou uma favoritíssima.

Todos os episódios estão disponíveis legendados nesse canal do YouTube.

  • Trailer La La Land (2016)

Nenhum filme muito significativo esse mês, mas teve o trailer de La La Land, um musical estrelado pela Emma Stone e pelo Ryan Gosling. Tem dupla mais maravilhosa que essa? E num musical ainda mais? O filme é dirigido por Damien Chazelle, que arrasou com Whiplash em 2014. La La Land conta a história de um pianista que se apaixona por uma aspirante à atriz. Meus olhos brilharam com o trailer. Uma pena ter que esperar até 12 de janeiro para assistir.

  • Sherlock (2010 – atualmente) x How To Get Away With Murder (2014 – atualmente)

Não entendam como uma competição, só quis poupar um tópico no post. Como deve ter dado para perceber pela resenha de Bates Motel, sou muito fã de séries de mistério/suspense/policial, principalmente se elas são incríveis como Sherlock e HTGAWM. Sherlock é aquela versão contemporânea do detetive criada pela BBC em 2010 que deu o aval definitivo do talento do Benedict Cumberbatch. São três temporadas com três episódios baseados nos casos do detetive mais famoso do mundo. Muito intrigante e gostosa de assistir, para te deixar ainda mais apaixonado pela perspicácia e o raciocínio do Sherlock.

How To Get Away mostra o dia a dia de cinco estudantes de direito que são selecionados para trabalhar no escritório de Annalise Keating, sua professora de Direito Penal, ou Como Se Livrar de Um Assassinato, como ela gosta de chamar sua aula. Perdi as contas de quantas vezes perdi o fôlego com esse série. São muitos mistérios e revelações, todos mostrados aos poucos em flashbacks e flashfowards. Nada é o que parece à primeira vista. Adorei essa imersão no mundo dos advogados, coisa que eu nunca tinha feito antes. Os métodos utilizados pela Annalise para ganhar os casos são absurdos, mas muito instigantes. Sem falar que ela é uma personagem complexa e fascinante interpretada pela maravilhosa Viola Davis. Finalmente entendi por que levou tantos prêmios por essa série. Também é muito legal a visão de minorias da série, que é protagonizada por uma mulher negra e bissexual, tem a presença de um casal gay entre os personagens principais, tudo isso com um tratamento muito natural e questionador.

  • Bleeding Heart – Regina Spektor

Junho ficou agitado depois do Strokes ter dado sinal de vida com o EP Future Present Past (já era hora!) e do Two Door Cinema Club ter aparecido com o single Are We Ready (Wreck) do seu próximo álbum (para não falar de outra leva de bandas). Agora em Julho foi a vez de Regina Spektor dar o ar de sua maravilhosa graça com a fofa Bleeding Heart, que vai abrir seu próximo CD Remember Us To Life. Ela deu uma parada na música depois que seu filho nasceu e desde 2012 com What We Saw From The Cheap Seats que ela não lançava músicas novas, a não ser por You’ve Got Time, que está na trilha da série Orange Is The New Black. Foi tão bom ver uma notificação do canal dela no YouTube pipocando no meu celular. Estou muito curiosa pelo resto do álbum.

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Imagem: Animation Info
  • Ladybug e Cat Noir – Miraculous: As Aventuras de Ladybug (2015 – atualmente)

Por fim, o casal mais gracinha do mês. Ladybug e Cat Noir são as identidades secretas de Marinette e Adrien, dois adolescentes parisienses que se transformam em super-heróis para salvar Paris dos vilões do poderoso Howk Moth. A série é uma animação infantil, mas não deixa de ser fofinha de se ver. Marinette gosta de Adrien, que por sua vez gosta da Lady Bug que não dá bola para ele. Aquela raivinha de eles nunca se tocarem quem são na vida real bate com força, mas não a diversão dura até o último episódio da temporada. Ansiosa para a próxima!

Crystal Ribeiro

Favoritos #2: Junho

Um mês de férias bem aproveitadas se passou. Atualizei séries, assisti (muitos) filmes e escrevi bastante. Ainda bem que tenho mais outro pela frente para fazer tudo que não deu tempo ainda. Deixo com vocês agora os meus favoritos de junho:

  • Gloss da Natura e Balm da Nívea

Esse mês deu vontade de usar alguma coisa mais fechada na boca, talvez por causa do inverno, e como eu não tinha nada desse tipo no momento, invadi o guarda-roupa da minha mãe e encontrei esse gloss lindo da Natura, que tem uma cor bem marrom. Ele é de uma coleção meio antiga então nem posso dar o nome porque até já apagou do produto, mas ele deixa uma cor linda na boca que vai clareando ao longo do dia. Não gosto muito de gloss, mas por enquanto esse resolveu o meu problema.

O balm/protetor labial de morango da Nívea foi meu queridinho esse mês nos meus dias mais básicos. Além de hidratar bem, ele dá uma cor bonita aos lábios, puxada para o vermelho que eu amo. Não me deixa ficar com a boca pálida que eu tenho naturalmente.

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Imagem: Julia Rodrigues
  • ‘Bipolar Show’ (2015 – atualmente)

Não aguentava mais esperar pela segunda temporada do programa. ‘Bipolar Show’ é um mix de talk show com teatro improvisado. Agora mais improvisado do que nunca. Comandado pelo incrível ator, apresentador e poeta Michel Melamed, o ‘Bipolar’ conversa com o espectador transgredindo a linguagem televisiva que ele estava acostumado: são dois cenários bipolares, um convidado, atração musical, plateia, cortes e mais cortes e roteiro não-linear. Ótimo para dar boas risadas e refletir sobre sutilezas. O ‘Bipolar Show’ vai ao ar toda terça no Canal Brasil às 21h30, mas os episódios podem ser conferidos na íntegra no site do programa já nas segundas.

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  • Colar de pérolas

Já fazia um tempo que eu estava pensando em comprar um colar desses. Namorei vários deles toda vez que ia numa loja de bijuterias no último semestre. Finalmente adquiri o meu. E realmente, é um colar de pérolas sem nada de mais, mas o efeito que ele dá é magnífico. Está atrasada e colocou o primeiro jeans, camiseta e tênis que encontrou? Acrescente ele e sua produção fica com uma cara elegante e arrumada na hora. E sem esforço nenhum.

  • ‘Spirits’ – The Strumbellas

Representando as minhas descobertas na Rádio Rock, temos ‘Spirits’. Essa música gruda na cabeça de verdade, sem falar que a letra é maravilhosa. O que dizer dessa banda que eu mal conheço e já baixei toda a discografia?

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  • Óculos escuros

Nunca fui de usar óculos escuros, mas sempre achei que isso acontecia porque eu ainda não tinha encontrado o modelo perfeito. Depois de muita procura pelo modelo “não muito redondo, nem muito quadrado, com armação e lentes pretas que me deixassem com ar blasé e não me custasse os olhos da cara”, eis que surge essa lindeza aí em cima. Era um pouco diferente do que eu achei que seria, mas quando bati os olhos nele não tive dúvidas. Dinheiro muito bem gasto.

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Imagem: Adoro Cinema (Divulgação)
  • ‘New Girl’ (2011 – atualmente)

Sim, eu faço parte do grupo de seres humanos que começaram a assistir a série ‘New Girl’ unicamente por conta da deusa de grandes olhos azuis Zooey Deschanel. Ela interpreta a Jess, que acabou de terminar com seu namorado e vai morar num apartamento onde moram três caras. A primeira temporada é fraquinha, mas consegue se pagar apenas pela presença da Zooey, que canta para lá e para cá as suas aleatoriedades do dia a dia. Mas a segunda temporada é tão maravilhosa e quando você vê, já se apaixonou não só pela Jess, mas também pelo Schmidt (melhor personagem ever!), Nick, Winston, Cece e até pelo Coach lá na terceira. Ainda não engoli a entrada da Megan Fox (como assim???) no combo, mas até a quarta temporada ‘New Girl’ é aquela sitcom (série de comédia) fofinha que não dá para se desgrudar.

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Imagem: Nerd Geek Feelings (Divulgação)
  • ‘O Lobo Atrás da Porta’ (2014), de Fernando Coimbra

É ótimo encontrar bons filmes brasileiros para assistir. ‘O Lobo Atrás da Porta’ é um exemplo deles, mas bastante acima da média. No longa, uma menininha de quatro anos desaparece depois que uma mulher desconhecida vai busca-la na colégio onde estuda. Os pais, Bernardo (Milhem Cortaz) e Sylvia (Fabiula Nascimento), prestam queixa na delegacia. O delgado encarregado (Juliano Cazarré) resolve interrogar os dois separadamente. Bernardo acusa a amante Rosa (Leandra Leal) pelo sequestro. A partir da investigação do crime o espectador acaba descobrindo a trama de mentiras, ciúmes, amor e vingança que envolve esses três personagens. Faz dois anos que o filme foi lançado e ainda não consigo entender porque demorei tanto para assisti-lo. Para os fãs de suspense com doses de romance policial (como eu), ‘O Lobo’ é um prato cheio. Leandra Leal mereceu cada um dos 5872 prêmios que recebeu.

  • ‘Because’ – ‘Across The Universe’ (2007) (cover The Beatles) 

Porque eu não podia deixar essa música de fora. Porque essa música está na trilha de ‘Beleza Americana’. Porque mesmo não sendo a versão original dos Beatles é tão maravilhosa quanto. Porque eu não canso de ouvir ‘Because’.

Crystal Ribeiro